10 de outubro de 2015

Curiosidades que você não sabia sobre o WhatsApp

 


O WhatsApp pode até ter milhões de usuários em todo o mundo. Mas você sabia que o app emprega apenas 55 pessoas para cuidar de tudo que acontece na empresa?


Além disso, somente 32 engenheiros trabalham no WhatsApp para que você consiga mandar aquela foto ou dar parabéns para seu avô do outro lado do mundo.
Você pode achar que já sabe tudo sobre o aplicativo. Mas, apesar de novo, o WhatsApp ainda tem muita história e diversas curiosidades a serem contadas. Veja algumas delas na galeria a seguir.

Fundado em 2009, criado por Jan Koum e Brian Acton, o WhatsApp surgiu após Koum comprar um iPhone. Ele percebeu que a App Store poderia criar uma nova indústria de aplicativos e resolveu investir na ideia. Para que o app se tornasse realidade, os fundadores contrataram Igor Solomennikov, um desenvolvedor russo.

Em novembro de 2009, o WhatsApp foi lançado para os usuários de iPhone. Dois meses depois, o aplicativo também estava disponível para as pessoas que tinham um smartphone da BlackBerry.
Após saírem do Yahoo! em 2007, Jan Koum e Brian Acton tentaram um emprego no Facebook. No entanto, eles não foram aceitos na empresa. Logo depois, se aplicaram para uma vaga no Twitter, mas também não obtiveram sucesso.
Foi apenas em 2009, com a criação do WhatsApp, que os fundadores tornaram-se mundialmente conhecidos.
WhatsApp é derivado da expressão "What's Up?" que, em tradução livre, significa "E aí?" ou "Tudo bem?". O nome é tão óbvio que esta foi a primeira ideia de nome pensada por Kuom, o fundador do app.
Brian Acton foi considerado um dos fundadores do WhatsApp apenas um mês antes do app ser criado. Em outubro de 2009, ele convenceu cinco amigos, que eram ex-funcionários do Yahoo, a investir 250 mil dólares na empresa. Por isso, recebeu a nomeação de co-fundador.
Em 2011, após meses de negociações, Acton e Koum concordaram em aceitar 7 milhões de dólares do Sequoia Capital, o maior fundo do Vale do Silício. Segundo Jim Goetz, um dos parceiros do Sequoia, em um post no site Genius, a empresa de capital de riscos descobriu o WhatsApp a partir de um sistema de rastreamento dentro da App Store.
Em fevereiro de 2013, o Sequoia investiu mais 50 milhões de dólares no WhatsApp. Isso valorizou tanto o app que ele passou a valer 1,5 bilhão de dólares.

No dia 19 de fevereiro de 2014, o Facebook comprou o WhatsApp por 22 bilhões de dólares. Tanto Koum, quanto Acton, foram incorporados ao conselho administrativo da rede social. Além disso, eles também irão receber 3 bilhões de dólares até 2018, caso continuem na empresa. 

A compra do WhatsApp pelo Facebook pode até ter sido uma das maiores dos últimos tempos. No entanto, antes de fechar o acordo com Mark Zuckerberg, Acton e Kuom receberam ofertas de várias empresas, sendo uma delas a maior companhia de tecnologia do mundo, o Google. O valor oferecido por Serguei Brin e Larry Page foi de 10 bilhões de dólares. Mas, aparentemente, os fundadores do WhatsApp acharam que era pouco e recusaram a oferta. 

Segundo o site Business Insider, Mark Zuckerberg precisou negociar a compra do WhatsApp com seus fundadores durante dois anos. Em 2012, ele chamou Koum para conversar. Vários jantares e drinks depois, o fundador do app ainda não tinha sucumbido aos valores apresentados por Zuckerberg. Mesmo assim, eles mantiveram contato por um longo tempo até o Facebook oferecer a quantia bilionária pela compra do WhatsApp.

Você já viu o WhatsApp fazer alguma campanha de marketing na internet, em outros apps ou em outdoors? Não? Sabe por quê? Por que Koum e Acton nunca gastaram um centavo com qualquer tipo de propaganda. Kuom mantém uma nota, escrita por Brianwchich, em sua mesa que diz "Sem anúncios! Sem jogos! Sem truques!". É uma filosofia da empresa.

O WhatsApp tem, atualmente, 55 empregados. Sim, você leu direito. O app de mensagens emprega apenas 55 pessoas para cuidarem de todas as operações da empresa.

Além disso, vários destes funcionários se beneficiaram com a compra do WhatsApp pelo Facebook. Muitos se tornaram milionários do dia para a noite. Já seus fundadores tornaram-se bilionários, já que eles tem uma participação de 45% do WhatsApp. Segundo a Forbes, Kuom vale cerca de 6,8 bilhões de dólares e Acton vale 3 bilhões de dólares.

Antes de ser lançado na App Store, a versão beta do WhatsApp ficou meses desconhecida pelos usuários. Foi com o WhatsApp 2.0, que teve pela primeira vez componentes de mensagem, que o número de usuário ativos aumentou para 250 mil. 

Quatro anos depois, em 2013, a base de usuários do WhatsApp havia aumentado para 200 milhões de usuários. Em abril de 2015, a empresa anunciou que o app tem 800 milhões de pessoas ativas. Só na Índia são mais de 70 milhões de indivíduos que utilizam o WhatsApp.

É o app de mensagens mais usado no mundo, mais de 800 milhões de pessoas no mundo todo utilizam o WhatsApp. Assim, é óbvio que o app está disponível em várias línguas, desde o inglês, português e o espanhol até o hindi e o mandarim. Atualmente, é possível usar o WhatsApp em 32 línguas diferentes.

 Mais de 30 bilhões de mensagens são enviadas e recebidas todos os dias pelos usuários do aplicativo.

Um usuário passa 195 minutos, ou seja, 3h15, semanalmente utilizando o WhatsApp.

Você checa seu WhatsApp com frequência?

Um dado da empresa indica que 72% dos usuários checam o app todos os dias. Além disso, um usuário checa o WhatsApp, aproximadamente, 23 vezes por dia.

De acordo com levantamentos, 27% de todas as selfies compartilhadas na internet são feitas no aplicativo de mensagens.

Não precisa deixar o volume baixo, basta você colocar o smartphone no ouvido. Desse modo, em vez do aúdio sair pelas caixinhas de som do celular, ele sairá como em uma ligação.

Em abril deste ano, a Forbes previu que as empresas de telecomunicações terão perdido 386 bilhões de dólares nos Estados Unidos entre os anos de 2012 e 2018. Segundo a publicação, a popularidade do WhatsApp e outros aplicativos de mensagens está quebrando o serviço de telefonia nos EUA e no mundo.

Aqui no Brasil, o app tem provocado a ira de operadoras de telefonia. Foi chamado de "operadora pirata" pelo atual presidente da Vivo. 


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